"Desconfiai dos Espíritos impacientes, que vos impelem para as sendas perigosas do desconhecido. A eternidade que vos é prometida deve levar-vos a ter piedade das ambições tão efémeras da vida. Sede reservados até em suspeitar, muitas vezes, da voz dos Espíritos que se manifestam."
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domingo, 7 de fevereiro de 2021
sábado, 10 de outubro de 2020
"A mediunidade..."
"A mediunidade séria não pode ser e jamais será uma profissão. Não só porque seria moralmente desacreditada, mas porque repousa sobre uma faculdade essencialmente móvel, fugidia e variável, que nenhum dos que a possuem hoje está certo de a possuir amanhã. Só os charlatães estão sempre seguros de si mesmos. Outra coisa é um talento adquirido pelo estudo e pelo trabalho que, por isto mesmo, é uma propriedade, da qual é naturalmente permitido tirar partido. De modo algum a mediunidade está neste caso."
"Revista Espírita", Allan Kardec - Fevereiro de 1864
domingo, 26 de julho de 2020
Perda e suspensão da mediunidade
PERDA E SUSPENSÃO DA MEDIUNIDADE:
"220. A faculdade mediúnica está sujeita a intermitências e a suspensões temporárias, quer para as manifestações físicas, quer para a escrita. Damos a seguir as respostas que obtivemos dos Espíritos a algumas perguntas feitas sobre este ponto:
1.a) Podem os médiuns perder a faculdade que possuem?
“Isso frequentemente acontece, qualquer que seja o gênero da faculdade. Mas também, muitas vezes, apenas se verifica uma interrupção passageira, que cessa com a causa que a produziu.”
2. a) Estará no esgotamento do fluido a causa da perda da mediunidade?
“Seja qual for a faculdade que o médium possua, ele nada pode sem o concurso simpático dos Espíritos. Quando nada mais obtém, nem sempre é porque lhe falta a faculdade; isso não raro se dá porque os Espíritos não mais querem, ou podem, servir-se dele.”
3.a) Que é o que pode causar o abandono de um médium por parte dos Espíritos?
“O que mais influi para que assim procedam os bons Espíritos é o uso que o médium faz da sua faculdade. Podemos abandoná-lo, quando dela se serve para coisas frívolas ou com propósitos ambiciosos; quando se nega a transmitir as nossas palavras, ou os fatos por nós produzidos, aos encarnados que para ele apelam, ou que têm necessidade de ver para se convencerem. Este dom de Deus não é concedido ao médium para seu deleite e, ainda menos, para satisfação de suas ambições, mas para o fim da sua melhora espiritual e para dar a conhecer aos homens a verdade. Se o Espírito verifica que o médium já não corresponde às suas vistas e já não aproveita das instruções nem dos conselhos que lhe dá, afasta-se, em busca de um protegido mais digno.”
4. a) Não pode o Espírito que se afasta ser substituído e, neste caso, não se conceberia a suspensão da faculdade?
“Espíritos não faltam que outra coisa não desejam senão comunicar-se e que, portanto, estão sempre prontos a substituir os que se afastam; mas, quando o que abandona o médium é um Espírito bom, pode suceder que o seu afastamento seja apenas temporário, para privá-lo, durante certo tempo, de toda comunicação, a fim de lhe provar que a sua faculdade não depende dele, médium, e que, assim, razão não há para dela se vangloriar.
Essa impossibilidade temporária também serve para dar ao médium a prova de que ele escreve sob uma influência estranha, pois, de outro modo, não haveria intermitências.
“Em suma, a interrupção da faculdade nem sempre é uma punição; demonstra às vezes a solicitude do Espírito para com o médium, a quem consagra afeição, tendo por objetivo proporcionar-lhe um repouso material de que o julgou necessitado, caso em que não permite que outros Espíritos o substituam.”
5.a) Veem-se, no entanto, médiuns de muito mérito, moralmente falando, que nenhuma necessidade de repouso sentem e que muito se contrariam com essas interrupções, cujo fim lhes escapa.
“Servem para lhes pôr a paciência à prova e para lhes experimentar a perseverança. Por isso é que os Espíritos nenhum termo, em geral, assinam à suspensão da faculdade mediúnica; é para verem se o médium descoroçoa. É também para lhe dar tempo de meditar as instruções recebidas. Por essa meditação dos nossos ensinos é que reconhecemos os espíritas verdadeiramente sérios. Não podemos dar esse nome aos que, na realidade, não passam de amadores de comunicações.”
6. a) Será preciso, então, que, nesse caso, o médium prossiga nas suas tentativas para escrever?
“Se o Espírito lhe aconselhar isto, deve; se lhe disser que se abstenha, não deve.”
7. a) Haveria meio de abreviar essa prova?
“A resignação e a prece. Demais, basta que faça cada dia uma tentativa de alguns minutos, visto que inútil lhe será perder o tempo em ensaios infrutíferos. A tentativa só deve ter por fim verificar se já recobrou, ou não, a faculdade.”
8. a) A suspensão da faculdade não implica o afastamento dos Espíritos que habitualmente se comunicam?
“De modo algum. O médium se encontra então na situação de uma pessoa que perdesse temporariamente a vista, a qual, por isso, não deixaria de estar rodeada de seus amigos, embora impossibilitada de os ver. Portanto, o médium pode e até mesmo deve continuar a comunicar-se pelo pensamento com seus Espíritos familiares e persuadir-se de que é ouvido. Se é certo que a falta da mediunidade pode privá-lo das comunicações ostensivas com certos Espíritos, também certo é que não o pode privar das comunicações morais.”
9. a) Assim, a interrupção da faculdade mediúnica nem sempre traduz uma censura da parte do Espírito?
“Não, sem dúvida, pois que pode ser uma prova de benevolência.”
10. a ) Por que sinal se pode reconhecer a censura nesta interrupção?
“Interrogue o médium a sua consciência e inquira de si mesmo qual o uso que tem feito da sua faculdade, qual o bem que dela tem resultado para os outros, que proveito há tirado dos conselhos que se lhe têm dado e terá a resposta.”
11. a) O médium que ficou impossibilitado de escrever poderá recorrer a outro médium?
“Depende da causa da interrupção, que tem por fim, amiúde, deixar-vos algum tempo sem comunicações, depois de vos terem dado conselhos, a fim de que vos não habitueis a nada fazer senão com o nosso concurso. Se este for o caso, ele nada obterá recorrendo a outro médium, o que também ocorre com o fim de vos provar que os Espíritos são livres e que não está em vossas mãos obrigá-los a fazer o que queirais. Ainda por esta razão é que os que não são médiuns nem sempre recebem todas as comunicações que desejam.”
Nota - Deve-se efetivamente observar que aquele que recorre a terceiro para obter comunicações, não obstante a qualidade do médium, muitas vezes nada de satisfatório consegue, ao passo que doutras vezes as respostas são muito explícitas. Isso tanto depende da vontade do Espírito, que nada adianta se mudar de médium. Os próprios Espíritos como que dão, a esse respeito, uns aos outros a palavra de ordem, porquanto o que não se obtiver de um, de nenhum mais se obterá. Cumpre então que nos abstenhamos de insistir e de impacientar-nos, se não quisermos ser vítimas de Espíritos enganadores, que responderão, dado procuremos à viva força uma resposta, deixando os bons que eles o façam, para nos punirem a insistência.
12. a) Com que fim a Providência outorgou de maneira especial, a certos indivíduos, o dom da mediunidade?
“É uma missão de que se incumbiram e cujo desempenho os faz ditosos. São os intérpretes dos Espíritos com os homens.”
13. a) Entretanto, médiuns há que manifestam repugnância ao uso de suas faculdades.
“São médiuns imperfeitos; desconhecem o valor da graça que lhes é concedida.”
14. a) Se é uma missão, como se explica que não constitua privilégio dos homens de bem e que semelhante faculdade seja concedida a pessoas que nenhuma estima merecem e que dela podem abusar?
“A faculdade lhes é concedida, porque precisam dela para se melhorarem, para ficarem em condições de receber bons ensinamentos. Se não aproveitam da concessão, sofrerão as consequências. Jesus não pregava de preferência aos pecadores, dizendo ser preciso dar àquele que não tem?”
15. a) As pessoas que desejam muito escrever como médiuns, e que não o conseguem, poderão concluir daí alguma coisa contra si mesmas, no tocante à benevolência dos Espíritos para com elas?
“Não, pois pode dar-se que Deus lhe haja negado essa faculdade, como negado tenha o dom da poesia ou da música. Porém, se não forem objeto desse favor, podem ter sido de outros.”
16. a) Como pode um homem aperfeiçoar-se mediante o ensino dos Espíritos, quando não tem, nem por si mesmo, nem com o auxílio de outros médiuns, os meios de receber de modo direto esse ensinamento?
“Não tem ele os livros, como tem o cristão o Evangelho? Para praticar a moral de Jesus, não é preciso que o cristão tenha ouvido as palavras ao lhe saírem da boca.”
"O Livro dos Médiuns", Allan Kardec
sábado, 25 de julho de 2020
Sou Médium?
SOU MÉDIUM?
Esta é uma pergunta frequente.
Trata-se de um tema que suscita muitas dúvidas, mas também muitos equívocos.
Em "O Livro dos Médiuns", Allan Kardec esclarece-nos, a este respeito:
"159. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. É de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades quantas são as espécies de manifestações. As principais são: a dos médiuns de efeitos físicos; a dos médiuns sensitivos, ou impressionáveis; a dos audientes; a dos videntes; a dos sonambúlicos; a dos curadores; a dos pneumatógrafos; a dos escreventes ou psicógrafos."
"O Livro dos Médiuns", Allan Kardec
domingo, 5 de julho de 2020
Os animais são médiuns?
Este tema gera muitas dúvidas e controvérsias.
Muitos atribuem aos animais características que eles não têm, quantas vezes interpretando mal alguns sinais e comportamentos que eles nos dão.
Há que conhecê-los e compreendê-los.
Este é um dever que a todos nós assiste, pelo respeito e pelo amor que merecem.
Consequentemente, devemos ir muito mais além de bem tratá-los, aprofundando quem eles são e estão, de facto.
A obra "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec, tem, na sua segunda parte, um capítulo dedicado também aos animais. Trata-se do décimo primeiro capítulo, "Dos três reinos".
Também a "Revista Espírita", de Allan Kardec, nos traz subsídios para este tema, num artigo inserido no mês de Agosto de 1861, dissertação esta feita por um Espírito que nos diz:
“Para começar, entendamo-nos acerca dos nossos fatos.
Que é um médium? É o ser, é o indivíduo que serve aos Espíritos como traço de união, a fim de que estes facilmente possam comunicar-se com os homens, Espíritos encarnados. Por consequência, sem médium, nada de comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, nem de qualquer espécie.”
Isto significa que para os animais poderem ser médiuns teriam que ter um perispírito semelhante ao nosso, uma vez que a mediunidade pressupõe comunicação de perispírito a perispírito.
“Há um princípio que, disto tenho certeza, é admitido por todos os espíritas; é que os semelhantes agem com e como os seus semelhantes. Ora, quais são os semelhantes dos Espíritos, senão os Espíritos, encarnados ou não? Será preciso repeti-lo incessantemente? Ora, eu vo-lo repetirei ainda: Vosso perispírito e o nosso são tirados do mesmo meio; são de natureza idêntica. Numa palavra, são semelhantes. Possuem uma propriedade de assimilação mais ou menos desenvolvida, de magnetização mais ou menos vigorosa, que nos permite a nós, Espíritos e encarnados, nos pormos em contato pronta e facilmente.”
Desta forma, compreendemos que não podem existir comunicações mediúnicas, com os animais atendendo à óbvia falta de similitude.
“Os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis pelos animais, muitas vezes tomados de súbito por esse pavor que vos parece infundado, e que é causado pela vista de um ou vários desses Espíritos mal-intencionados para com os indivíduos presentes ou para com os donos desses animais. Muitas vezes encontrais cavalos que não querem avançar nem recuar ou que empacam ante um obstáculo imaginário. Pois bem! Tende certeza de que o obstáculo imaginário é frequentemente um Espírito ou um grupo de Espíritos que se divertem impedindo-lhes o avanço.”
Os animais podem ter a capacidade de clarividência o que não é o mesmo de mediunidade pois mediunidade pressupõe comunicação e não apenas ver algo.
Por vezes as pessoas notam intranquilidade nos animais, até nos seus lares, de forma súbita e isso pode estar relacionado com o facto de eles estarem a ver algum espírito, achando que é alguém estranho aos habituais elementos na sua vida.
“Repito, não mediunizamos diretamente nem os animais, nem a matéria inerte. Sempre nos é preciso o concurso consciente ou inconsciente de um médium humano, porque nos é necessária a união de fluidos similares, o que não encontramos nos animais, nem na matéria bruta.”
Na obra "O Livro dos Médiuns", de Allan Kardec , no capítulo vigésimo segundo, no item que aborda a questão das evocações dos animais é-nos dito:
“36 a) Como é então que, tendo evocado animais, algumas pessoas hão obtido resposta?
“- Evoca um rochedo e ele te responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a tomar a palavra, sob qualquer pretexto.”
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Mediunidade paga e mediunidade gratuita
MEDIUNIDADE PAGA e MEDIUNIDADE GRATUITA
Vimos antes que médium é todo aquele que sente a influência dos Espíritos, num grau qualquer, que não constitui isso privilégio seja para quem for e que, embora de formas diferentes, é transversal a todos nós.
Não sendo criação nossa e podendo, na mesma pessoa e em diferentes momentos da uma existência, sofrer alterações, tais como a perda e/ou a suspensão, como também já vimos,
o que pensar das situações em que ela é paga, seja de que forma for, ou, até mesmo profissão?
A este respeito, diz-nos Allan Kardec, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo":
"Os médiuns atuais – pois que também os apóstolos tinham mediunidade – igualmente receberam de Deus um dom gratuito: o de serem intérpretes dos Espíritos, para instrução dos homens, para lhes mostrar o caminho do bem e conduzi-los à fé, não para lhes vender palavras que não lhes pertencem, a eles médiuns, visto que não são fruto de suas concepções, nem de suas pesquisas, nem de seus trabalhos pessoais.
Deus quer que a luz chegue a todos; não quer que o mais pobre fique dela privado e possa dizer: não tenho fé, porque não a pude pagar; não tive o consolo de receber os encorajamentos e os testemunhos de afeição dos que pranteio, porque sou pobre. Tal a razão por que a mediunidade não constitui privilégio e se encontra por toda parte. Fazê-la paga seria, pois, desviá-la do seu providencial objetivo."
"Quem conhece as condições em que os bons Espíritos se comunicam, a repulsão que sentem por tudo o que é de interesse egoístico, e sabe quão pouca coisa se faz mister para que eles se afastem, jamais poderá admitir que os Espíritos superiores estejam à disposição do primeiro que apareça e os convoque a tanto por sessão.
O simples bom-senso repele semelhante idéia. Não seria também uma profanação evocarmos, por dinheiro, os seres que respeitamos, ou que nos são caros? É fora de dúvida que se podem assim obter manifestações; mas, quem lhes poderia garantir a sinceridade? Os Espíritos levianos, mentirosos, brincalhões e toda a caterva dos Espíritos inferiores, nada escrupulosos, sempre acorrem, prontos a responder ao que se lhes pergunte, sem se preocuparem com a verdade."
"A par da questão moral, apresenta-se uma consideração efetiva não menos importante, que entende com a natureza mesma da faculdade. A mediunidade séria não pode ser e não o será nunca uma profissão, não só porque se desacreditaria moralmente, identificada para logo com a dos ledores da boa sorte, como também porque um obstáculo a isso se opõe. É que se trata de uma faculdade essencialmente móvel, fugidia e mutável, com cuja perenidade, pois, ninguém pode contar.Constituiria, portanto, para o explorador, uma fonte absolutamente incerta de receitas, de natureza a poder faltar-lhe no momento exato em que mais necessária lhe fosse."
"A mediunidade, porém, não é uma arte, nem um talento, pelo que não pode tornar-se uma profissão."
"Daí vem não haver no mundo um único médium capaz de garantir a obtenção de qualquer fenômeno espírita em dado instante. Explorar alguém a mediunidade é, conseguintemente, dispor de uma coisa da qual não é realmente dono. Afirmar o contrário é enganar a quem paga."
"Procure, pois, aquele que carece do que viver, recursos em qualquer parte, menos na mediunidade; não lhe consagre, se assim for preciso, senão o tempo de que materialmente possa dispor. Os Espíritos lhe levarão em conta o devotamento e os sacrifícios, ao passo que se afastam dos que esperam fazer deles uma escada por onde subam."
domingo, 22 de março de 2020
"Jesus agiria como médium nas curas que operava?"
"[Jesus] Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-lo poderoso médium curador?
Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era ele quem assistia os outros. Agia por si mesmo, em virtude do seu poder pessoal. (...) Se algum influxo estranho recebia, esse só de Deus lhe poderia vir."
"A Génese", Allan Kardec
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
"A mediunidade é uma faculdade..."
"A mediunidade é uma faculdade concedida para o bem e os bons Espíritos se afastam de quem pretenda fazer dela um degrau para chegar ao que quer que seja, que não corresponda às vistas da Providência."
"O Livro dos Médiuns", Allan Kardec
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
"Médiuns interesseiros..."
"Médiuns interesseiros não são unicamente os que poderiam exigir uma retribuição material; o interesse nem sempre se traduz na esperança de um ganho material, mas também nas ambições de qualquer natureza, sobre as quais pode fundar-se a esperança pessoal."
("Revista Espírirta", Allan Kardec - Março de 1859)
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sábado, 5 de maio de 2018
"A mediunidade é uma faculdade..."
"A mediunidade é uma faculdade dada para o bem e os bons Espíritos afastam-se de quem quer que pretenda transformá-la em escada para alcançar seja o que for que não corresponda aos desígnios da Providência."
("A Obsessão", Allan Kardec)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
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