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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

"Quando todos os homens estiverem..."

"Quando todos os homens estiverem convencidos de que Deus é o mesmo para todos; que esse Deus, soberanamente justo e bom, nada de injusto pode querer; que o mal vem dos homens e não Dele, olhar-se-ão como filhos de um mesmo pai e se darão as mãos."

"A Génese", Allan Kardec

terça-feira, 21 de junho de 2022

"Renunciai ao mal..."


"Renunciai ao mal, mas sobretudo, à hipocrisia que oculta a torpeza do mal sob a máscara risonha e enganadora das mútuas conveniências."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Abril de 1861

domingo, 30 de janeiro de 2022

"Em qualquer lugar em que estejamos..."

"Em qualquer lugar em que estejamos no Universo, prendemo-nos por laços misteriosos e sagrados que nos tornam solidários uns com os outros, e recolheremos fatalmente a colheita do bem e do mal que cada um de nós semeou atrás de si, antes de partir para a grande viagem."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Julho de 1867

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

"Não sabeis ser sábios..."

"Não sabeis ser sábios se não souberdes elevar-vos acima da maldade dos homens."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Março de 1867

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

"Os maus são intrigantes e audaciosos..."

"Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão."

"O Livro dos Espíritos", Allan Kardec

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

"O conhecimento do Espiritismo não é..."

"O conhecimento do Espiritismo não é indispensável à felicidade futura, porque não tem o privilégio de fazer eleitos. É um meio de chegar mais facilmente e com mais segurança ao objetivo, pela fé raciocinada que dá e pela caridade que inspira; ilumina o caminho, e o homem, não seguindo mais às cegas, marcha com mais segurança; por ele se compreende melhor o bem e o mal, pois dá mais força para praticar um e evitar o outro."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Dezembro de 1864

terça-feira, 24 de novembro de 2020

"Ah, se todos os homens pudessem saber..."

"Ah, se todos os homens pudessem saber o que há para além da vida, saberiam também quanto custam as consequências do mal!"

"Revista Espírita", Allan Kardec - Outubro de 1864

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

"O mal não é uma necessidade fatal..."

"O mal não é uma necessidade fatal para ninguém e só parece irresistível aos que a ele se abandonam com satisfação. Se temos vontade de fazê-lo, também podemos ter a de fazer o bem."

“Revista Espírita”, Allan Kardec - Agosto de 1864

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

"O mal é sempre o mal..."

"O mal é sempre o mal e não há sofisma que faça se torne boa uma ação má."

"O Livro dos Espíritos", Allan Kardec

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

domingo, 27 de setembro de 2020

"Aquele que preza mais o sufrágio dos homens que o de Deus..."

"Aquele que preza mais o sufrágio dos homens que o de Deus prova ter mais fé nos homens do que em Deus (...). Quanta gente que não faz favores senão com a esperança de ver o favorecido proclamar o benefício do alto dos telhados; que em plena luz daria uma grande soma, mas na obscuridade não daria uma simples moeda! Eis por que disse Jesus: “Os que fazem o bem com ostentação já receberam sua recompensa.” Com efeito, àquele que busca sua recompensa na Terra, Deus nada deve. Só lhe resta receber o preço de seu orgulho."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Outubro de 1863

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

sábado, 15 de agosto de 2020

"Nada deveis temer..."


"Nada deveis temer, porque Deus vela pelo homem que faz o bem e não o abandona."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Fevereiro de 1863

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

"Dizei que uma coisa é má..."

"Dizei que uma coisa é má, se tal for a vossa opinião; gritai-o de cima dos telhados, se for do vosso agrado: ao público cabe julgar se estais certos ou errados. Mas deturpá-la para apoiar o vosso sentimento, desnaturá-la é indigno de todo o homem que se respeita."

"Revista Espírita", Allan Kardec - Março de 1863

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

"Entre os maus, muitos há que..."


"Entre os maus, muitos há que apenas o são por arrastamento e que se tornariam bons, desde que submetidos a uma influência boa."

"Obras Póstumas", Allan Kardec

sábado, 8 de agosto de 2020

"Deus não criou o mal..."

"Deus não criou o mal. Foi o Homem que o produziu, pelo abuso que faz dos dons de Deus, em virtude de seu livre-arbítrio."

"Obras Póstumas", Allan Kardec

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Há situações em que o mal pode ficar impune?


HÁ SITUAÇÕES EM QUE O MAL PODE FICAR IMPUNE?

Sob o título "Uma volta da fortuna", publica a Revista Espírita , de Allan Kardec, em Outubro de 1864, um artigo em que nos é relatado o seguinte:

“Um berlinense, Sr. X..., possuía uma grande fortuna. Seu pai, ao contrário, em consequência de revezes, tinha caído numa pobreza absoluta e tinha sido forçado a recorrer à generosidade de seu filho. Este repeliu duramente a solicitação do velho que, para não morrer de fome, teve que recorrer à justiça. O Sr. X... foi condenado a fornecer ao pai uma pensão alimentícia. Mas o Sr. X... tinha tomado suas precauções. Pressentindo que se se recusasse a pagá-la, seria feita uma investigação em seus rendimentos, tomou a decisão de ceder sua fortuna a um tio paterno.

“Assim, o infeliz pai viu fugir-lhe a última esperança. Protestou que a cessão era fictícia e que seu filho tinha recorrido a ela para se furtar à execução da sentença. Mas ele teria que prová-lo; o velho, entretanto, não tinha condições para intentar um processo custoso, pois lhe faltavam as coisas mais necessárias à subsistência.

“Um acontecimento imprevisto veio tudo mudar. O tio morreu subitamente, sem testamento. Como ele não tinha família, a fortuna coube, de direito, ao parente mais próximo, isto é, ao seu irmão.

“Compreende-se o resto. Hoje, os papéis estão invertidos. O pai está rico e seu filho, pobre. O que, sobretudo, deve aumentar o desespero deste último é que ele não pode invocar o fato de uma cessão fictícia, pois a lei interdita formalmente esse gênero de transações.”

Posto isto, haverá situações em que ocorre a impunidade do mal?
O mesmo artigo diz-nos:

"Grave erro é pensar que o mal fique algumas vezes completamente impune na vida atual. Se soubéssemos tudo quanto acontece ao mau, aparentemente o mais próspero, ficaríamos convencidos da verdade de que não há uma única falta nesta vida, uma só inclinação má, digamos mais, um só mau pensamento que não tenha sua contrapartida."

E quando as nossas aflições surgem sem causas conhecidas na presente existência?
Prossegue o mesmo artigo:

"Se há, portanto, aqueles que nesta vida sofrem as consequências de sua existência anterior, é que eles têm a pagar uma dívida que não saldaram."

"Cessemos, portanto, de ver nas misérias que sofremos por faltas de uma existência anterior um mistério inexplicável, e digamos que de nós depende evitá-las, merecendo o perdão desde esta vida. Saldadas nossas dívidas, Deus não nos fará pagá-las segunda vez. Mas, se ficarmos surdos a seus avisos, então ele exigirá até o último ceitil, ainda que após séculos ou milhares de anos. Para isto ele não exige vãos simulacros, mas a reforma radical do coração."

Concluimos com "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Allan Kardec, quando nos diz:

"A prosperidade do mau é apenas momentânea."

sexta-feira, 26 de junho de 2020

"Como o mal não pode ter sua fonte..."


"Como o mal não pode ter sua fonte no bem, diz o simples bom senso que todo pensamento mau não pode vir de um bom Espírito; e um pensamento é necessariamente mau quando contraria a lei de amor e de caridade; quando tem por móvel a inveja ou o ciúme, o orgulho ferido, ou mesmo uma pueril susceptibilidade do amor-próprio ultrajado, irmão gémeo do orgulho, que levaria a olhar seus irmãos com desdém."

"Viagem Espírita em 1862", Allan Kardec

sexta-feira, 12 de junho de 2020

"Para mim, um homem é um homem e..."


"Para mim, um homem é um homem e nada mais; meço seu valor por seus atos, por seus sentimentos, e não pela posição que ocupa. Ainda que esteja altamente colocado, se agir mal, se for egoísta e presunçoso de sua dignidade, é a meus olhos inferior a um simples operário que age bem, e eu aperto mais cordialmente a mão de um pequeno que deixa falar o coração, do que a de um grande, cujo coração nada diz; a primeira me aquece, a segunda me enregela."

"Viagem Espírita em 1862", Allan Kardec