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segunda-feira, 18 de novembro de 2019
"Não procures Deus nos templos de pedra..."
"Não procures Deus nos templos de pedra e de mármore, ó homem que quer conhecê-lo, mas no templo eterno da Natureza, no espetáculo dos mundos que percorrem o Infinito, nos esplendores da vida que se desabrocha na sua superfície, na visão dos horizontes variados: planícies, vales, montanhas e mares, que tua morada terrestre te oferece. Por toda a parte, à luz do dia ou sob o manto constelado das noites, à beira dos oceanos tumultuosos como na solidão das florestas, se souberes recolher-te, ouvirás as vozes da Natureza e os sutis ensinamentos que ela murmura ao ouvido daqueles que frequentam seus refúgios e estudam seus mistérios."
"O Grande Enigma", Léon Denis
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
domingo, 15 de outubro de 2017
"Como em toda batalha..."
("Transição Planetária", Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo Pereira Franco)
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Solidão
“O presidente, porém, disse: — mas, que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: — seja crucificado.”
Mateus, 27:23
"À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível.
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade? Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início?
Certo, ficaram...
Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio...
Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido...
Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
Choras, indagas e sofres...
Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
Não te canses de aprender a ciência da elevação.
Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos.
Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Recorda-te dele e segue...
Não relaciones os bens que já espalhaste.
Confia no Infinito Bem que te aguarda.
Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado."
"Fonte Viva", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier
sexta-feira, 25 de maio de 2012
"À medida..."
"À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever,
experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe
a alma sensível...
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia?
Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras
ridentes do início?
Certo, ficaram..."
(De "Solidão", na obra "Fonte Viva", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe
a alma sensível...
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia?
Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras
ridentes do início?
Certo, ficaram..."
(De "Solidão", na obra "Fonte Viva", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
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