"Agi sem desfalecimento e sem fraqueza. Que vossa fé se afirme, e um dia, talvez, vos perguntareis de onde vos vem essa força. Não vos contenteis em pregar as consolações do Espiritismo. Mostrai a sua grandeza e poder por vossos atos. É a melhor refutação que podereis opor aos adversários. As palavras voam e os atos fortalecem e levantam."
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
"Agi sem desfalecimentos e sem fraqueza..."
"Revista Espírita", Allan Kardec - Janeiro 1865
Etiquetas:
Allan Kardec,
Consolar e Esclarecer,
Doutrina Espírita,
Espiritismo,
Fé,
Revista Espírita,
Revista Espírita 1865,
Tende Bom Ânimo
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
DE QUE NATUREZA É O SOFRIMENTO QUE ALGUNS ESPÍRITOS DIZEM SENTIR?
DE QUE NATUREZA É O SOFRIMENTO QUE ALGUNS ESPÍRITOS DIZEM SENTIR?
Uma vez que os Espíritos, na qualidade de desencarnados, não possuem corpo físico, os sofrimentos inerentes à vestimenta terrena cessam.
Assim sendo, a que género de sofrimentos se referem os Espíritos, quando dizem sofrer?
Vejamos o que nos diz a obra "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec, na questão 255.
“255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é seu sofrimento?”
“Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente do que os sofrimentos físicos.”
"Os maus são intrigantes e audaciosos..."
"Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão."
"O Livro dos Espíritos", Allan Kardecterça-feira, 15 de dezembro de 2020
LETARGIA, CATALEPSIA, MORTES APARENTES
LETARGIA, CATALEPSIA, MORTES APARENTES
O que nos diz a Doutrina Espírita a este respeito?
Vejamos a obra "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec":
"422. Os letárgicos e os catalépticos, em geral, vêem e ouvem o que em derredor se diz e faz, sem que possam exprimir que estão vendo e ouvindo. É pelos olhos e pelos ouvidos que têm essas percepções?"
“ - Não; pelo Espírito. O Espírito tem consciência de si, mas não pode comunicar-se.”
"a) — Por quê?"
“ - Porque a isso se opõe o estado do corpo. E esse estado especial dos órgãos vos prova que no homem há alguma coisa mais do que o corpo, pois que, então, o corpo já não funciona e, no entanto, o Espírito se mostra ativo.”
"423. Na letargia, pode o Espírito separar-se inteiramente do corpo, de modo a imprimir-lhe todas as aparências da morte e voltar depois a habitá-lo?"
“ - Na letargia, o corpo não está morto, porquanto há funções que continuam a executar-se. Sua vitalidade se encontra em estado latente, como na crisálida, porém não aniquilada. Ora, enquanto o corpo vive, o Espírito se lhe acha ligado. Em se rompendo, por efeito da morte real e pela desagregação dos órgãos, os laços que prendem um ao outro, integral se torna a separação e o Espírito não volta mais ao seu envoltório. Desde que um homem, aparentemente morto, volve à vida, é que não era completa a morte.”
"424. Por meio de cuidados dispensados a tempo, podem reatar-se laços prestes a se desfazerem e restituir-se à vida um ser que definitivamente morreria se não fosse socorrido?"
“ - Sem dúvida e todos os dias tendes a prova disso. O magnetismo, em tais casos, constitui, muitas vezes, poderoso meio de ação, porque restitui ao corpo o fluido vital que lhe falta para manter o funcionamento dos órgãos.”
[Nota de Allan Kardec] "A letargia e a catalepsia derivam do mesmo princípio, que é a perda temporária da sensibilidade e do movimento, por uma causa fisiológica ainda inexplicada. Diferem uma da outra em que, na letargia, a suspensão das forças vitais é geral e dá ao corpo todas as aparências da morte; na catalepsia, fica localizada, podendo atingir uma parte mais ou menos extensa do corpo, de sorte a permitir que a inteligência se manifeste livremente, o que a torna inconfundível com a morte. A letargia é sempre natural; a catalepsia é por vezes magnética."
"Sempre se é infeliz quando se está sedento de vingança..."
"Sempre se é infeliz quando se está sedento de vingança; não mais repouso para o que odeia. O que perdoa está perto de amar; a felicidade e a tranquilidade substituem o sofrimento e a inquietação."
"Revista Espírita", Allan Kardec - Janeiro de 1865
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
MUNDOS TRANSITÓRIOS
MUNDOS TRANSITÓRIOS
Na obra "O Livro dos Espíritos", Allan Kardec fala-nos dos mundos transitórios:
"MUNDOS TRANSITÓRIOS"
"234. Há, de fato, como já foi dito, mundos que servem de estações ou pontos de repouso aos Espíritos errantes?
“ - Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que lhes podem servir de habitação temporária, espécies de bivaques, de campos onde descansem de uma demasiado longa erraticidade, estado este sempre um tanto penoso. São, entre os outros mundos, posições intermédias, graduadas de acordo com a natureza dos Espíritos que a elas podem ter acesso e onde eles gozam de maior ou menor bem-estar.”
"a) — Os Espíritos que habitam esses mundos podem deixá-los livremente?"
“ - Sim, os Espíritos que se encontram nesses mundos podem deixá-los, a fim de irem para onde devam ir. Figurai-os como bandos de aves que pousam numa ilha, para aí aguardarem que se lhes refaçam as forças, a fim de seguirem seu destino.”
"235. Enquanto permanecem nos mundos transitórios, os Espíritos progridem?"
“ - Certamente. Os que vão a tais mundos levam o objetivo de se instruírem e de poderem mais facilmente obter permissão para passar a outros lugares melhores e chegar à perfeição que os eleitos atingem.”
"236. Pela sua natureza especial, os mundos transitórios se conservam perpetuamente destinados aos Espíritos errantes?"
“ - Não, a condição deles é meramente temporária.”
"a) — Esses mundos são ao mesmo tempo habitados por seres corpóreos?"
“ - Não; estéril é neles a superfície. Os que os habitam de nada precisam.”
"b) — É permanente essa esterilidade e decorre da natureza especial que apresentam?"
“Não; são estéreis transitoriamente.”
"c) — Os mundos dessa categoria carecem então de belezas naturais?"
“ - A Natureza reflete as belezas da imensidade, que não são menos admiráveis do que aquilo a que dais o nome de belezas naturais.”
"d) — Sendo transitório o estado de semelhantes mundos, a Terra pertencerá algum dia ao número deles?"
“ - Já pertenceu.”
"e) — Em que época?"
“ - Durante a sua formação.”
[Nota de Allan Kardec] "Nada é inútil em a Natureza; tudo tem um fim, uma destinação. Em lugar algum há o vazio; tudo é habitado, há vida em toda parte. Assim, durante a dilatada sucessão dos séculos que passaram antes do aparecimento do homem na Terra, durante os lentos períodos de transição que as camadas geológicas atestam, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, naquela massa informe, naquele árido caos, onde os elementos se achavam em confusão, não havia ausência de vida. Seres isentos das nossas necessidades, das nossas sensações físicas, lá encontravam refúgio. Quis Deus que, mesmo assim, ainda imperfeita, a Terra servisse para alguma coisa. Quem ousaria afirmar que, entre os milhares de mundos que giram na imensidade, um só, um dos menores, perdido no seio da multidão infinita deles, goza do privilégio exclusivo de ser povoado? Qual então a utilidade dos demais? Tê-los-ia Deus feito unicamente para nos recrearem a vista? Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que esplende em todas as suas obras e inadmissível desde que ponderemos na existência de todos os que não podemos perceber. Ninguém contestará que, nesta idéia da existência de mundos ainda impróprios para a vida material e, não obstante, já povoados de seres vivos apropriados a tal meio, há qualquer coisa de grande e sublime, em que talvez se encontre a solução de mais de um problema."
"Serei na vida futura..."
"Serei na vida futura aquilo que eu próprio houver feito de mim nesta vida."
"O Céu e o Inferno", Allan Kardec
Subscrever:
Mensagens (Atom)






