sexta-feira, 29 de novembro de 2019
"Aquele que eleva o seu pensamento..."
"Aquele que eleva o seu pensamento acima dos interesses pessoais, admira os desígnios da Providência que do mal faz surgir o bem."
"O Livro dos Espíritos", Allan Kardec
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
"Espíritas não esqueçais..."
"Espíritas não esqueçais que todos deveis ter prudência e previdência.
Tendes uma âncora de salvação [o Espiritismo], não a desprezeis."
"Obras Póstumas", Allan Kardec
terça-feira, 26 de novembro de 2019
"Se o orgulho é a fonte de muitos vícios..."
"Se o orgulho é a fonte de muitos vícios, é também a negação de muitas virtudes."
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
"Importa desconfiar das dedicações..."
"Importa desconfiar das dedicações e das generosidades de ostentação, como da veracidade de pessoas que dizem não mentir nunca."
"Obras Póstumas", Allan Kardec
domingo, 24 de novembro de 2019
"O homem, em geral é um alienado na precipitação..."
"O homem, em geral é um alienado na precipitação. Ele se entrega ao mundo e se perde na mundanidade. A alienação mundana o afasta de si mesmo e de Deus. Consequentemente, afasta-o da serenidade, pois o tumulto do mundo, a instabilidade das coisas, a enfermidade e a fragilidade da condição humana, tão acentuadas no pensamento existencial, geram a inquietação, o que leva à angústia e ao desespero.
A busca da serenidade é a única forma de escape aos tormentos existenciais da alienação."
"O Ser e a Serenidade", José Herculano Pires
sábado, 23 de novembro de 2019
"Além do gozo dos bens terrenos..."
"Além do gozo dos bens terrenos, existe uma felicidade infinitamente maior e infinitamente mais durável."
"O Livro dos Espíritos", Allan Kardec
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
"Não procures Deus nos templos de pedra..."
"Não procures Deus nos templos de pedra e de mármore, ó homem que quer conhecê-lo, mas no templo eterno da Natureza, no espetáculo dos mundos que percorrem o Infinito, nos esplendores da vida que se desabrocha na sua superfície, na visão dos horizontes variados: planícies, vales, montanhas e mares, que tua morada terrestre te oferece. Por toda a parte, à luz do dia ou sob o manto constelado das noites, à beira dos oceanos tumultuosos como na solidão das florestas, se souberes recolher-te, ouvirás as vozes da Natureza e os sutis ensinamentos que ela murmura ao ouvido daqueles que frequentam seus refúgios e estudam seus mistérios."
"O Grande Enigma", Léon Denis
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