sexta-feira, 29 de maio de 2015

"As portas do Céu permanecem abertas..."


"As portas do Céu permanecem abertas. Nunca foram cerradas. Todavia, para que a homem
se eleve até lá, precisa de asas de amor e sabedoria."

("Pão Nosso", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

"O sentimento divino é a corrente invisível..."


"O sentimento divino é a corrente invisível em que se equilibram os mundos e os seres. Do tronco Excelso nasce o eterno manancial que sustenta o anjo na altura e alimenta o verme no abismo."

("Entre a Terra e o Céu", André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 26 de maio de 2015

"A sintonia espiritual perfeita..."


"A sintonia espiritual perfeita, porém só é possível entre aqueles que se confundem na afinidade completa..."



("Entre a Terra e o Céu", André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

"Ainda que eu falasse a língua dos homens..."


"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como címbalo que retine ou sino que bate, E ainda que eu tivesse tanta fé que pudesse transportar montes, e não tivesse amor, de nada me adiantaria.
Ainda que eu fale todas as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor sou como o bronze que soa ou o sino que retine... mesmo que tivesse toda a fé a ponto de, transportar montanhas, se não tiver amor, não serei nada."


(Paulo, 1ª. Epístola aos Coríntios, cap. XIII:1 a 7 e 13.)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

"Não vale fugir às responsabilidades..."


"Não vale fugir às responsabilidades, porque o tempo é inflexível e porque o trabalho que nos compete não será transferido a ninguém."


("Entre a Terra e o Céu, André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 17 de maio de 2015

"Quem persiste na direcção do bem..."


"Quem persiste na direcção do bem, mais cedo atinge a vitória."



("Entre a Terra e o Céu, André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

"Usemos, pois, a oração e a fé..."




"Usemos, pois, a oração e a fé, para que Deus se expresse com mais fulgor em nós."

(“Páginas Esparsas 1”, Miramez/João Nunes Maia)