quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"Contemplarás o mundo..."


"Contemplarás o mundo, sob o impacto do progresso, observando que no bojo da
tempestade surge a presença do trabalho renovador."


("Rumo Certo", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

"Aproveite cada oportunidade..."



VIDA FELIZ
XIV
"Aproveite cada oportunidade para agir de forma elevada.
Há quem espere extraordinários momentos e ocasiões especiais, que possivelmente não chegarão.
Não será o que faças, que te tornará grande e importante, porém como faças cada coisa que te
transformará em valioso.
A árvore gigante se origina em pequenina semente.
O Cosmo é resultado de partículas e moléculas invisíveis.
Torna-te grande nas pequeninas coisas, a fim de que não te apequenines nas grandiosas."

(“Vida Feliz”, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco)

sábado, 24 de agosto de 2013

"Quando te desviares..."

 
"Quando te desviares, pois, para o resvaladiço terreno das lamentações e das
acusações, quase sempre indébitas, reconsidera os teus passos espirituais e recorda
que a nossa garganta deve ser consagrada ao bem, pois só assim se expressará, por
ela, o verbo sublime do Senhor."
 
("Fonte Viva", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

"A pureza do coração..."


"A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda
ideia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema
dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade."


"O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

INDULGÊNCIA


"A indulgência que significa compreender as falhas das pessoas, perdoar e esquecer as ofensas, é um tipo de caridade que está ao alcance de todos.
 
Não é preciso ser rico, adulto, ou ocupar determinado posto; não é preciso ter qualquer conhecimento especial para praticar a indulgência. Contudo, a indulgência é, talvez, a caridade mais difícil de se praticar.
A caridade da esmola e das doações materiais, geralmente, é bem mais fácil. De fato, para entregarmos uma coisa a alguém, não precisamos nem olhar para o seu rosto, se não desejarmos. Nós lhe entregamos algo, ficamos contentes por aliviar um pouco a sua penúria, a pessoa fica contente em receber o que queria, e pronto!
A caridade material não exige mudança interior, nem reformulação de conceitos, nem sacrifício do orgulho.
O difícil é, depois de uma desavença séria, depois de ser insultado e caluniado, ser capaz de olhar para o ofensor sem mágoa, sem ressentimento. Difícil é não guardar rancor. Difícil é, depois de tudo o que houve, prosseguir tendo os mesmos bons sentimentos em relação àquela pessoa e agir como se nada houvesse acontecido. É este comportamento que Jesus nos convida a seguir."
 
(“UM POUCO POR DIA”, Rita Foelker)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

“Pode-se levar o cavalo até a fonte, mas não se pode obrigá-lo a beber"


“Pode-se levar o cavalo até a fonte, mas não se pode obrigá-lo a beber.”
 
Podemos opinar, aconselhar, sugerir, apontar as possíveis consequências de uma atitude a alguém, mas se essa pessoa está decidida a efetivar ou não tal ato...paciência.
A teimosia é uma espécie de avesso do bom-senso e da humildade, e a maioria dos teimosos não se deixa convencer, não porque realmente não compreenda ou não enxergue o erro, mas por orgulho e amor próprio, coisas que na essência se equivalem.
Levar o cavalo até a fonte é isso. É chamar a atenção de alguém para coisas que talvez ela não tenha percebido ainda, mas que pode evitar.
No entanto, sempre existirá a possibilidade de ela não aceitar ponderações de qualquer tipo e preferir ficar com suas posições, mesmo que evidentemente errôneas.
Nesses casos nada nos cabe fazer, a não ser respeitar o livre-arbítrio da pessoa, ciente de que cada um deverá colher exatamente aquilo que plantou.
 
(“Dia a Dia Conceitos para viver melhor”,  Paulo R. Santos)

domingo, 18 de agosto de 2013

"O homem que ajunta letra e livros..."


"O homem que ajunta letras e livros, teorias e valores científicos, sem distribuí-los a benefício dos
outros, é irmão infortunado daquele que amontoa moedas e apólices, títulos e
objetos preciosos, sem ajudar a ninguém. O mesmo prato lhes serve na balança da vida."
 

("Libertação", André Luiz/Francisco Cândido Xavier)