terça-feira, 4 de agosto de 2020
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
COMO ALCANÇAR A FELICIDADE?
COMO ALCANÇAR A FELICIDADE?
"Aquele que trabalha seriamente pelo seu próprio aperfeiçoamento garante a sua felicidade nesta vida. Além da satisfação de sua consciência, isenta-se das misérias, materiais e morais, que são o resultado inevitável de suas imperfeições. Terá a calma porque as vicissitudes não farão
senão de leve roçá-lo; terá a saúde porque não usará o seu corpo para os excessos; será rico, porque se é sempre rico quando se sabe contentar-se com o essencial; terá a paz da alma, porque não terá necessidades factícias, não será mais atormentado pela sede das honras e do supérfluo, pela febre da ambição, da inveja e do ciúme; indulgente para com as imperfeições de outrem, delas sofrerá menos; excitarão a sua piedade e não a sua ira; evitando tudo o que pode prejudicar o seu próximo, em palavras e em ações, procurando, ao contrário, tudo o que pode ser útil e agradável aos outros, ninguém sofrerá com o seu contato."
"Obras Póstumas", Allan Kardec
"A harmonia, a ciência e a virtude..."
"A harmonia, a ciência e a virtude são as três grandes concepções do Espírito: a primeira o arrebata, a segunda o esclarece, a terceira o eleva. Possuídas em toda a plenitude, elas se confundem e constituem a pureza."
"Obras Póstumas", Allan Kardec
domingo, 2 de agosto de 2020
A OSTENTAÇÃO
A OSTENTAÇÃO
A "Revista Espírita", de Allan Kardec, de Abril de 1860, traz-nos o artigo que abaixo transcrevemos, em que este tema é abordado.
O que nos motiva, verdadeiramente?
Reflitamos:
"Numa bela tarde de primavera, um homem rico e generoso estava sentado em sua sala. Sorvia, feliz, o perfume das flores de seu jardim. Enumerava, complacente, todas as boas obras que tinha praticado durante o ano. A essa lembrança não pôde impedir um olhar quase desprezível sobre a casa de um de seus vizinhos, que não pudera dar senão módica moeda para a construção da igreja paroquial. De minha parte, disse ele, dei mais de mil escudos para essa obra pia; lancei negligentemente uma nota de 500 francos na bolsa que me apresentava aquela jovem duquesa em favor dos pobres; dei muito para as festas de beneficência, para toda sorte de loterias e creio que Deus me será grato por tanto bem que fiz. Ah! Eu esquecia uma pequena esmola dada ultimamente a uma infeliz viúva com o peso de numerosa família e que ainda cria um órfão. Mas o que lhe dei é tão pouco que certamente não é isto que me abrirá o Céu.
─ Tu te enganas, respondeu de repente uma voz que lhe fez voltar a cabeça: é a única que Deus aceita; e eis a prova. No mesmo instante uma mão apagou o papel que ele tinha riscado com todas as suas boas obras, deixando apenas a última: ela o levou ao Céu.
Não é, pois, a esmola feita com ostentação que é a melhor, mas aquela que é feita com toda a humildade do coração."
JOINVILLE, AMY DE LOYS
"A felicidade decorre das próprias qualidades..."
“A felicidade decorre das próprias qualidades dos indivíduos e não da condição material do meio em que se encontram.”
“O Céu e o Inferno”, Allan Kardec
sábado, 1 de agosto de 2020
O DEVER, A HONRA E A CORAGEM
O DEVER, A HONRA E A CORAGEM
"Os vocábulos dever, honra e coragem, por vezes são pelos homens considerados como questões de honra, para justificarem suas ações e seus crimes. Eles sempre compreendem tais vocábulos? Não são eles o resumo das intenções do Cristo? Por que, então, lhes truncar o sentido? Por que, então, regredir à barbárie? Infelizmente, na sua generalidade, os homens ainda se acham sob a influência do orgulho e da ostentação. Para se escusarem aos próprios olhos, fazem soar bem alto os vocábulos dever, honra e coragem e não se dão conta de que eles significam: execução dos mandamentos de Deus, sabedoria, caridade e amor. Com essas palavras, entretanto, estrangulam seus irmãos; com elas se suicidam; com elas se perdem. Como estão cegos! Julgam-se fortes por terem arrastado um infeliz mais fraco do que eles. Estão cegos quando creem que a aprovação de sua conduta por outros cegos como eles próprios lhes acarretará a consideração humana!"
"Revista Espírita", Allan Kardec - Novembro de 1862
"O dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós."
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec
"Quando os homens forem melhores e estiverem mais adiantados em moral, compreenderão que o verdadeiro ponto de honra está acima das paixões terrenas e que não é matando, nem se deixando matar, que repararão agravos."
"O Livro dos Espíritos", Allan Kardec
"Coragem e perseverança! Estas são as únicas leis do sucesso."
"Revista Espírita", Allan Kardec - Janeiro de 1860
"Ponderaste com acerto..."
"Ponderaste com acerto que a fonte primária de toda a bondade e de toda a inteligência é também a fonte de toda a beleza. O amor gera a beleza de todas as coisas, sendo ele próprio, a perfeição."
"Obras Póstumas", Allan Kardec
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