segunda-feira, 6 de abril de 2015

"Como é fácil de notar..."


"Como é fácil de notar, nós todos, coletivamente examinados, criamos muitas dificuldades na Terra, pela ânsia de fazer sem saber, mas agravamos, consideravelmente, essas mesmas dificuldades pelo atraso de saber e não fazer."


(“Intervalos”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

"Busca o amor, que ele se..."


"Busca o amor, que ele se expressará como verdadeira fonte da tua vida!
Se queres iluminar o teu coração, ama sem exigências, que o teu amor para com os outros tem o poder de tranquilizar a tua consciência!
Deus é amor!
Amor é felicidade e Cristo é o caminho, a verdade e a vida para todos nós."

(“Páginas Esparsas 4”, Lancellin/João Nunes Maia)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

"O homem que educar..."


"O homem que educar a si mesmo, converterá o seu mundo íntimo, de trevas, em celeiro de luz. E, nesse labor divino, ele próprio se tornará um sol, livre de todas as sombras, filhas da ignorância."


(“Gotas de Luz”, Carlos/João Nunes Maia)

segunda-feira, 30 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

"...se o conhecimento auxilia por fora..."


"...se o conhecimento auxilia por fora, só o amor socorre por dentro."

("No Mundo Maior" André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 25 de março de 2015

"É para se notar que em todas..."



"É para se notar que em todas as filosofias do mundo existe uma só fonte valiosa de vida, senão de amor. Compreendemos, pois, que Deus não deixou órfão o grande rebanho da Terra. Deu-lhe um só Pastor para dirigi-lo e orientá-lo na extensão do amor que o Seu amoroso coração pode dar; dar por alegria, dar por caridade, dar por benevolência, dar por fraternidade mais pura, pois que o Seu coração significa a fonte valiosa."

(“Páginas Esparsas 5”,Miramez /João Nunes Maia)

segunda-feira, 23 de março de 2015

"...Em qualquer diálogo..."


"...Em qualquer diálogo, a não ser com o sincero propósito de auxiliar, nunca menciones as falhas de um terceiro.
Falem de si, entre si, mas não dos outros, na ausência dos outros.
Todos, um dia, haverão de se desnudar e de revelar-se como são.
Substitui a crítica pela compaixão.
Na verdade sobre os outros, há sempre algo de tua própria verdade que preferes ignorar.
Escuta-os, pois, como se, falando de si, estivessem falando de ti mesmo."


(“Dias Melhores”, Irmão José/Carlos A. Bacceli)